É incrível como as pessoas do interior são "carentes", tanto de informação como de afeto.
Como meu trabalho consiste resumidamente em atender fármacias, estive hoje em Venancio Aires e como de costume, fui até as farmácias.
Chegando em uma farmácia da cidade, estou falando com o Farmacêutico, quando uma humilde senhora chega (bem falante), e começa a contar todos os seus problemas e dores, dai uma das atendentes indicam ela para falar com o farmacêutico (o qual eu estava conversando), ela chega e chama o farmacêutico de "técnico", e fala de todas as dores e logo após falar das dores, ela ressalta que veio de casa somente com R$40,00 e que nao tem mais nada.
O farmacêutico logo receita algo para ela como se fosse um médico. Como já não era a primeira vez que eu via tal situação acontecer, eu perguntei ao farmacêutico se isso era normal, e ele falou que acontece toda vez, que as vezes ele até achava que era médico e largou uma risada após tecer esse comentário.
Dai eu pergunto, as indicações que esse farmacêutico esta dando, seriam as mesmas que o médico daria?
Acho que com certeza não, uma vez que as formações são diferentes, o farmacêutico estuda remédios e o médico estuda pessoas e sintomas.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
A Via Sacra dos pedágios
Realmente, hoje me apavorei com a quantidade de pedágios que existe nesse Rio Grande.
Sai de Santa Maria pela manhã em direção à Santa Cruz/Lajeado, peguei nada mais, nada menos que 4 pedágios (só para vir), sendo que cada um custa R$5,40, que no todo são R$43.20 ida e volta, é um absurdo, mas se for pensar por outro lado, nas estradas por onde se anda sem pedágio, a velocidade máxima não é controlada por radares, mas sim por buracos, uma vergonha pela quantidade de impostos que pagamos.
Sai de Santa Maria pela manhã em direção à Santa Cruz/Lajeado, peguei nada mais, nada menos que 4 pedágios (só para vir), sendo que cada um custa R$5,40, que no todo são R$43.20 ida e volta, é um absurdo, mas se for pensar por outro lado, nas estradas por onde se anda sem pedágio, a velocidade máxima não é controlada por radares, mas sim por buracos, uma vergonha pela quantidade de impostos que pagamos.
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